20/11/2017

Resenha: Cress

Título: Cress
Autor: Marissa Meyer
Editora: Rocco
Páginas: 496

Neste terceiro livro da série Crônicas Lunares, Cinder e o capitão Thorne estão foragidos e agora levam Scarlet e Lobo a reboque. Juntos, eles planejam derrubar a rainha Levana e seu exército. Cress talvez possa ajudá-los. A garota vive aprisionada em um satélite desde a infância, com a companhia apenas de telas, o que fez dela uma excelente hacker. Coincidência ou não, infelizmente ela também acabou de receber ordens de Levana para rastrear Cinder e seu bonito cúmplice. Quando um ousado plano de resgatar Cress dá errado, o grupo se separa. Cress enfim conquista a liberdade, mas o preço a se pagar é alto. Enquanto isso, Levana não vai deixar que nada impeça seu casamento com o imperador Kai. Cress, Scarlet e Cinder talvez não tenham a intenção de salvar o mundo, mas muito possivelmente são a última esperança do planeta.

É incrível como essa série deixa a gente com gostinho de quero mais, assim que terminei o segundo livro eu corri para ler este que infelizmente é o meu último livro da serie na estante, mas, sem desanimo que já me prometeram o quarto livro e logo logo o lerei e descobrirei como terminará história de Cinder.

17/11/2017

Tag: The Guilty Reader

Oi, oi! Hoje vou fazer a tag Guilty Reader. Não sei quem criou, e pelo titulo ela não é br e então além de saber quem criou eu também não sei quem traduziu. Quem me falou dessa tag foi a Eiras do canal Perdida na Biblioteca.

15/11/2017

Resenha: O Coletor de Espiritos


Título: O Coletor de Espiritos
Autor(a): Raphael Draccon
Editora: 272
Páginas: Fantástica Rocco
Livro cedido pela editora
Quando a chuva aflige o vilarejo de Véu-Vale pelo terceiro dia consecutivo, as ruas iluminadas por tochas ficam desertas; as janelas, uma a uma, se fecham; nesses dias, quem caminha pelas ruas de Véu-Vale caminha sozinho. Em O coletor de espíritos, novo romance de Raphael Draccon, um dos principais nomes da literatura de fantasia nacional, Gualter Handam, antigo morador do vilarejo e hoje um psicólogo prestigiado, se vê obrigado a retornar ao local que povoa seus pesadelos. Depois de tantos anos, ele terá de encarar antigos fantasmas e enfrentar uma força desconhecida e furiosa, numa jornada de sacrifício e redenção que poderá finalmente libertar todo um povo das garras do medo.

Fazia um bom tempo que não lia uma obra nacional e sempre tive curiosidade de ler algo do Draccon desde que vi Espíritos de Gelo em alguma Bienal que fui. Então claro que aproveitei a chance de ler esse lançamento da editora Rocco desse autor que é adorado por muitos leitores de literatura fantástica. E talvez o problema tenha começado ai: eu não sou uma leitora fã de literatura fantástica. Então por isso o livro não funcionou muito bem para mim.

Claro que não vou tirar o mérito da história, que é muito bem contada e conduzida pelo autor. Ele cria todo um mistério com a cidade de Véu-Vale que vai se estendendo ao longo das páginas deixando o leitor mais e mais aflito para saber o que esta acontecendo com essa cidade que faça com que as pessoas que nela habitam tenham tanto medo da chuva.

13/11/2017

Resenha: Scarlet

Título: Scarlet
Autor: Marissa Meyer
Editora: Rocco
Páginas: 480
Depois de Cinder, estreia de sucesso de Marissa Meyer e primeiro volume da série As Crônicas Lunares, que chegou ao concorrido ranking dos mais vendidos do The New York Times, a autora está de volta com mais um conto de fadas futurista. Scarlet, segundo livro da saga, é inspirado em Chapeuzinho Vermelho e mostra o encontro da heroína ciborgue que dá nome ao romance anterior com uma jovem ruiva que está em busca da avó desaparecida.
Em uma trama recheada de ação e aventura, com um toque de sensualidade e ficção científica, Marissa Meyer prende a atenção dos leitores e os deixa ansiosos pelos próximos volumes da série.

O primeiro livro da série se mostrou melhor do que eu imaginava que ele seria, foi nesse momento que eu agradeci de apenas t3er começado a ler a serie quando já tinha três livros na estante, claro que assim que terminei o primeiro livro e nem descansei peguei o segundo para ler.

10/11/2017

Série: Stranger Things — 2ª Temporada

facebook: netflix
Eis que a espera acabou e, finalmente, no dia 27 de outubro a segunda temporada de Stranger Things ficou disponível para os fãs que não aguentavam mais esperar. E como eu sou super apressada, louca e desocupada eu assisti tudo em um único dia. Sim, não consegui parar e maratonei mesmo. <3

Já quero deixar claro por aqui que achei a segunda temporada maravilhosa. Na primeira nós temos o inicio de tudo, com o desaparecimento de Will e o aparecimento de Eleven, esta que conquistou todos os fãs da série logo de cara. Millie Bobby Brown da um show de atuação com tão pouca idade, mesmo que na primeira temporada a personagem não tenha tido tantas falas (mas quem é bom é bom, né amores). Já na segunda temporada a personagem não tem tanto destaque, mas isso não tira a importancia da Eleven em nenhum momento e podemos ver o quanto ela esta diferente, não exatamente um amadurecimento no inicio mas após um certo episódio ela da uma baita mudada e ai sim vemos uma Eleven mais madura, sabendo balancear o que realmente é importante para si, fazendo suas próprias escolhas sem deixar que nada ou alguém a impeça de ser quem é (claro que dentro dos limites que lhe é possível).

08/11/2017

Resenha: O Urso e o Rouxinol


Título: O Urso e o Rouxinol
Autor(a): Katherine Arden
Editora: Fábrica 231 (Rocco)
Páginas: 320
Livro cedido para resenha
Resenha de Jéssica Amanda

O urso e o rouxinol mistura aventura, fantasia e mitologia ao acompanhar a jornada da jovem Vasya, criada, junto aos irmãos, num vilarejo próximo de uma floresta, e que cresceu ouvindo de sua ama contos e lendas sobre criaturas que vivem nas matas e que precisam receber oferendas para manter o mal adormecido em seu interior. Mas a chegada de Anna, madrasta de Vasya vinda da capital, de hábitos católicos, e de um padre ortodoxo que resolve instituir as práticas cristãs no vilarejo, provoca uma mudança na rotina da menina e abre as portas para uma terrível catástrofe. Sensível e determinada, Vasya é a única que consegue enxergar e conversar com esses seres fantásticos e torna-se a última esperança para salvar o povoado onde nasceu da destruição.


A história começa com Marina Ivanovna, matriarca que tem sua vida finda ao dar a luz à protagonista, Vasilisa Petrovna: uma menina toda olhos, ossos e, principalmente, selvagem. Sua história se passa na gélida Rússia medieval, onde contos proferidos por uma bondosa ama começam a ganhar vida. Vasya — como é chamada Vasilisa — podia falar com os espíritos domésticos e também os da floresta, porém, sua madrasta via isso com maus olhos. Após a morte de sua mãe, Vasya tem de lidar com uma madrasta que não lhe detém afeto e que está certa de que seu comportamento é de uma bruxa, e pretende assim casá-la ou ainda enviá-la a um convento para se ver livre de sua estranheza. Com a chegada de um novo padre, ela é constantemente lembrada de que seus amigos espíritos são nada mais que demônios e que ela deveria agir como boa cristã e arrepender-se de seus pecados. Mal sabem todos que ela é parte crucial de algo terrível que ainda está por vir e dependerão dela para manterem-se a salvo.

06/11/2017

Resenha: O Conto da Aia


Título: O Conto da Aia
Autor(a): Margaret Atwood
Editora: Rocco
Páginas: 368
Livro cedido em parceria com a editora para resenha

Escrito em 1985, o romance distópico O conto da aia, da canadense Margaret Atwood, tornou-se um dos livros mais comentados em todo o mundo nos últimos meses, voltando a ocupar posição de destaque nas listas do mais vendidos em diversos países. Além de ter inspirado a série homônima (The Handmaid’s Tale, no original) produzida pelo canal de streaming Hulu, o a ficção futurista de Atwood, ambientada num Estado teocrático e totalitário em que as mulheres são vítimas preferenciais de opressão, tornando-se propriedade do governo, e o fundamentalismo se fortalece como força política, ganhou status de oráculo dos EUA da era Trump. Em meio a todo este burburinho, O conto da aia volta às prateleiras com nova capa, assinada pelo artista Laurindo Feliciano.

Existem livros que você lê e pensa meu deus, eu amei esse livro e existem outros que você lê e fica meu deus do céu, o que foi que eu acabei de ler???? e acho que eu nem preciso falar que tive essa reação ao ler O Conto da Aia, o livro que deu origem a série de sucesso The Handmaid's Tale. E existem inúmeros pontos da obra que podem ser apontados em um texto se referindo à ela mas eu vou apontar os que mais me chamaram a atenção nesta primeira leitura (pois é um livro que eu pretendo ler novamente daqui há alguns anos).

O livro é uma distopia, porém ela se passa no final dos anos 80 ou inicio dos anos 90. A protagonista, que é apresentada por nós somente como Offred, é uma mulher de 33 anos que tinha um vida comum com marido e filha, um trabalho e até certa independência financeira. Até que o país sofreu um golpe de estado e as coisas foram mudando gradativamente, principalmente para as mulheres. Primeiro suas contas foram bloqueadas, então o emprego, e por mim qualquer autonomia por si mesma devendo estar sempre acompanhada de seu marido e fazendo coisas somente com a autorização dele. Para nós parece um absurdo, correto? Mas o pior de tudo é que, ainda hoje, existem sociedades que vivem dessa forma. Como se não bastasse a sociedade acaba sendo dividida com princípios religiosos e, claro, financeiro. Então a personagem acaba se tornando uma Aia, que é uma mulher enviada à uma família somente para ser a genitora da criança dessa família (para explicar melhor: a Aia precisa ter relações sexuais com o homem da casa, na presença da esposa dele, para gerar uma criança).